terça-feira, setembro 30, 2014

Vivência ou vigor: o que elas querem?



Muitas mulheres trocariam qualquer garotão por um George Clooney

Leonardo Perusin

O que vale mais? A experiência do coroa, o vigor físico do garotão, a autonomia financeira de um cara mais velho ou o desempenho sexual de um jovem?

Confira as vantagens e desvantagens dos dois lados dessa moeda:

Estabilidade econômica e financeira

A autonomia financeira é uma coisa muito rara entre homens jovens.

Ainda em início de carreira, a maioria dos meninões está correndo atrás da estabilidade profissional, estudando, fazendo cursos e ainda na dependência dos pais.

Já os mais velhos que atingiram sua estrutura nas finanças, se sentem em uma posição muito mais favorável.

Eles têm o pés de meia feitos, moram sozinhos e são donos do próprio nariz.

Ritmo de vida

Não é comum ver um coroa na balada em plena segunda-feira, ou um jovem que prefere ficar em casa no final de semana.

Homens mais velhos geralmente possuem um estilo de vida mais tranquilo e caseiro, pois já passaram da fase de curtição.

Por outro lado, na teoria, um cara jovem tem maior disposição para curtir uma vida noturna.

Festas, baladas e madrugadas em claro são hábitos da rotina de muitos garotões.

Compreensão e paciência

Entender as mulheres é uma tarefa complexa.

Homens com uma certa rodagem sabem o que é preciso para lidar com a inconstância e os dramas femininos.

Muitos aprenderam a compreender e conviver com elas durante os relacionamentos e usam essa arma para superar eventuais crises conjugais.

Esse jogo de cintura que falta nos jovens faz muito cara novo bater cabeça na hora de lidar com as mulheres.

Autoestima e vigor físico

Nesse quesito, a idade pode pesar.

Estar no ápice do vigor físico e exalando testosterona é um privilégio que muitos coroas já não podem mais desfrutar.

Beleza física, energia e pique para viver são algumas características mais presentes entre os jovens.

E se por um lado existem homens de idade avançada com mais gás do que muito garotão por aí, um corpo sarado e cheio de músculos pode ter ficado no passado para os mais velhos.

Junto com a experiência adquirida ao longo da vida podem vir de brinde uma barriga grande, cabelos brancos ou uma careca ilustrada.

Mas desde que inventaram o viagra, há 15 anos, brochar se transformou em lenda urbana.

Experiência de vida

A experiência é uma vantagem que só o tempo pode dar aos homens mais jovens.

Os fios brancos podem ter um significado muito maior do que um sinal de idade avançada: eles indicam que um homem tem histórias para contar, vitórias, fracassos, superações, relacionamentos, conhecimento e muita experiência de vida.

Um homem jovem ainda terá que comer muito arroz e feijão para encarar os desafios que ainda estão por vir.

Preconceitos e tabus

Embora homens mais velhos possam transmitir a sensação de serem bem resolvidos na vida, eles podem enfrentar uma série de paradigmas em um relacionamento, principalmente ao se envolverem com uma mulher bem mais nova.

Ex-mulheres, filhos de um relacionamento passado, incompatibilidade de ideias, desconfiança da família da moça com relação às suas intenções ou o suposto interesse financeiro da mulher mais nova, podem aguçar o julgamento alheio e atrapalhar os relacionamentos dos homens mais velhos.

Ter um passado aceito socialmente e livre de comentários pode ser uma vantagem que os jovens têm na hora de entrar em uma relação.

Desempenho Sexual

A experiência sexual pode fazer diferença, mas a idade também pode dificultar na hora do prazer.

A cadência sexual favorece os mais velhos, que com maior experiência, podem ditar um ritmo prazeroso satisfazendo as mulheres. Impulsivos, os mais jovens geralmente são afoitos e vão com muita sede ao pote, muitas vezes deixando de lado as preliminares e o prazer feminino.

Mas com a prática e o tempo os garotões podem suprir essa dificuldade.

Se muitos jovens costumam sofrer com a ejaculação precoce pela inexperiência no sexo, muitos coroas podem enfrentar problemas constrangedores como a impotência e a disfunção erétil, se resolverem abrir mão do viagra. Ou do cialis. Ou do heleva. Ou do azul. Ou do pramil...

Amadurecimento e aprendizado

Um homem mais velho tem grandes chances de saber exatamente o que quer.

O aprendizado durante os anos traz segurança nas decisões e flexibilidade nas situações de crise.

O conhecimento conquistado com as lições que a vida dá pode render uma boa conversa que flui naturalmente e com muito conteúdo.

Muitas mulheres consideram a maturidade um afrodisíaco que a maioria dos garotões ainda não possui.


O charme de seduzir, só o tempo pode ensinar.

Amor bom é amor prostituído


Marcel G Costa

Todo homem sai apaixonado do puteiro. Sinto lhes informar meninas, mas esta é a verdade nua e crua.

Não pense que o seu namorado é diferente. Até porque se ele ainda não foi, irá ao bordel um dia.

E digo mais, todo homem tem por obrigação passar pelo menos uma noite de sua vida neste lugar mágico, afinal de contas, o amor mora lá.

Talvez você mulher perdida por aqui não entenda, mas é verdade, o amor está lá, em sua forma mais intensa e verdadeira, custando aproximadamente 200 reais – pra mais ou pra menos – e diluído em 30 minutinhos ou uma gozada.

Às vezes ele vem com cabelos loiros e cintura fina, outras com madeixas ruivas e seios fartos, tem amor com mamilo rosa, e com mamilo escurinho também.

E isso só evidência a magia do lugar.

O homem se sente livre no puteiro, como jamais se sentiria em qualquer outro lugar – mesmo no quarto com sua namorada maravilhosa que faz de tudo para satisfazê-lo –, a verdade é que não tem jeito, o antro da perdição é onde gostamos de estar.

Seja pela facilidade, seja pela honestidade, eu acredito que seja pela liberdade.

É difícil entender essa relação, afinal de contas a relação de amor do homem com o puteiro é milenar.

Não é a toa que puta é a profissão mais antiga do mundo.

E eis que chegamos ao ponto central desta prosa: A PUTA!

A puta é uma mulher diferente de todas as outras – engana-se quem tem aquela imagem da mulher sofrida e sem opções – ser puta é moleza – ou dureza – e pagasse bem por isso. E uma boa puta sabe bem o que o seu cliente quer.

E isso a diferencia da mulher normal.

A dinâmica de uma relação “comum” é algo complicado por si só.

E nós homens nos esforçamos ao máximo por vocês mulheres.

Mas em 90% dos casos é difícil acompanhar o ritmo.

As famosas DR’s, o humor inconstante, a facilidade de complicar tudo o que um dia foi simples, são coisas que nos deixam de cabelo em pé, mesmo que no fundo a gente goste de tudo isso – isso faz parte do “gostar de mulher”–, mas nem por isso não podemos nos dar uma folga de toda essa loucura.

E no puteiro, jovem, nada disso existe.

Basta um papo rápido e combinar alguns detalhes – sem burocracia –, e pronto, ela fará o seu papel, será exatamente a mulher que você deseja ter naquela hora.

Ela será sua vadia e falará todas as sacanagens que você quer ouvir.

Ela será doce e meiga, e sussurrará no seu ouvido o quão especial você é – mesmo sendo mentira, mas paga-se por isso também.

Ela irá te beijar – sim 75% dos caras que vão ao puteiro beijam as putas, e não adianta mentir, porque eu sei que você beijou também –, te tocar, te fazer gozar e te deixar maluco, alinhando experiência e uma técnica apurada que deixaria qualquer enxadrista com inveja.

Se paga por tudo na vida, e da mesma forma que paga-se por uma ilusão, pagamos por um “amor” com data de validade e mesmo que existam puteiros e puteiros – alguns finos, outros sujos, em alguns com mulheres elegantes, outros com mulheres praticamente nuas – no fim o que realmente importa é a puta e todo o amor que ela lhe dará em troca dos teus cruzeiros.

O mundo anda muito gourmet pro meu gosto



Ricardo Coiro

Antigamente, irmão, o proprietário da barraca de dogão sonhava em um dia ter um restaurante pomposo, com ar-condicionado potente e inacessível às pombas oportunistas da megalópole.

Hoje o cenário mudou: o dono do restaurante cheio de pompa inveja a vida nômade e “ótima pra virar coluna em bloghipster” dos que possuem um food truck (modelo de estabelecimento que, em muitos casos – NÃO EM TODOS! , não passa de uma barraquinha à paisana – e sobre rodas – geralmente idealizada por algum publicitário de bigode na cara, blazer jogado no carro e Vans nos pés).

E saiba que os food trucks vieram para ficar e conquistaram o coração da galera descolada.

Por quê? Porque eles têm o mágico poder de agregar despojamento ao ser que faz um ‘check-in’ neles, em qualquer rede social.

Ainda não reparou? Não existe nada mais cool do que postar uma selfie ao lado de um food truck.

Nem uma selfie com o Al Pacino trajando uma camiseta com a sua cara seria tão valiosa à sua moral virtual.

Pedir para o garçom tirar uma foto sua dentro do Terraço Itália agora é brega, estou avisando! Saiu de moda.

E se está pensando em fazer uma selfie para retratar a sua visita suada e dispendiosa a um food truck qualquer, aí vai o meu conselho: não se esqueça de expor os dedos sujos de óleo.

Óleo gourmet, claro.

Aliás, sinto que o mundo dos alimentos acabou dividido, grosso modo, em três tipos: os que têm “gourmet” no sobrenome, aqueles que são Friboi e os que ajudam a promover o ganho de massa magra.

Não acredita? Quando se deparar com um alimento não identificado, comece fazendo a seguinte indagação: “É Friboi?”.

Se não for, pergunte se possui whey protein na composição.

Se a resposta for “não”, você tem grandes chances de estar diante de uma coxinha gourmet, bolo gourmet, brigadeiro gourmet ou PF gourmet.

Ou ainda, na pior das hipóteses, estarão lhe oferecendo a imperdível chance de pagar por um café gourmet feito com grãos defecados por uma espécie de mamífero conhecido como “civeta”, que, muito provavelmente, curte mandar um Activia logo cedo.

Tudo anda tão gourmet que – se pá – qualquer dia você ouvirá a seguinte afirmação de uma mina na balada: “Não dá. Eu sou muito gourmet para você!”.

Malditos – e geniais – são os publicitários que resolveram chamar a tilápia vermelha de Saint Peter, para cobrar o dobro, óbvio.

Não sei se é verdade, mas ouvi dizer que um renomado publicitário, para vender a própria mãe, arrancou o sobrenome “Silva” da coroa; e meteu logo um “Châteaubriant” no RG da veia.

Não duvido.

E pipoca gourmet então, já ouviu falar?

Se antes, para comprar um balde de pipoca no cinema, era preciso doar sêmen até os testículos ficarem com aspecto de ameixa seca, imagina agora que a pipoca virou gourmet!

Ouvi dizer que um rim não é suficiente para adquirir um balde pequeno de pipocas cobertas com azeite trufado e com um toque de flor de sal.

E pior: o sabor das pipocas gourmets nunca vai superar o gostinho das pipocas que eram vendidas em portas de colégio – delícias produzidas pelos mesmos carroceiros que, segundo as nossas mães, também ofereciam balas recheadas de cocaína. Pura lenda.



Mas sabe o que mais me incomoda nessa coisa toda?

Algumas pessoas estão virando gourmets em tempo integral.

O que, se quer mesmo saber a minha opinião, é chato pra caralho.

Outro dia chamei um brother para tomar uma.

E o cara, que antes vivia em botecos sujos, sugeriu que fôssemos a um bar com carta de cerveja.

Não o contrariei. “Uma Original, por favor”, pedi ao garçom.

O meu amigo-gourmet-ostentação quase teve um surto.

Só faltou dizer: “Você está louco! Vai mesmo beber urina de mendigo com infecção na uretra?”. Sério.

O cara ficou inconformado com a minha escolha, e, de tanto me encher, conseguiu me convencer a pedir outra cerveja.

Eu ali, morrendo de vontade de beber, e o cara falando do conjunto malteado e da densidade do creme. Fiquei puto.

Mas beleza, pedi a tal da cerveja feita por monges belgas e alclatras. Até curti, mas, a meu ver (ver de quem não é gourmet), é muito cara.

Aí bateu aquela fome. Sugeri que pedíssemos uma porção de mandioca frita.

Sabe o que o cara respondeu? Não harmoniza!

Como assim não harmoniza? “Harmoniza melhor com carnes de caça e mariscos!”, ele disse como se eu estivesse prestes a fazer uma heresia gastronômica.

E como eu não caço e não sou gourmet, naquele momento, percebi que não harmonizava mais com o amigo mudado.

Não dá pra harmonizar com um cara que acha que a existência só é boa se for vivida em ritmo de degustação.

Como chamar um cidadão desses para almoçar na casa da minha mãe, por exemplo?

Não quero correr o risco de ouvi-lo dizer, à minha coroa: “Mas bife à milanesa não harmoniza com creme de milho!”. Ou pior: “Nossa, vocês não têm azeite trufado por aqui?”. Não dá.

Entendo que saber harmonizar as coisas é interessante, e que, em muitos casos, deve promover um belo agrado ao paladar. Não sou louco de contestar isso.

Mas os tais homens-gourmet, aqueles que encaram a necessidade de harmonização de maneira extremista e necessária em todas as situações, parecem ter perdido o controle – e a noção!

E, em muitos casos, andam por aí obstinados a encontrar harmonização perfeita para tudo.

Tenho certeza que eles não compram carro flex porque creem que álcool não harmoniza legal com gasolina.

E imagino que eles, quando encontram uma perereca ruiva, dizem: “Não vai rolar, seus pelos vermelhos não harmonizam com os meus negros!”.

Porra, aí fode a vida. Só a vida, né? Pois qual mulher quer passar o dia todo ao lado de um cara que tem o TOC da harmonização?

Não quero que pensem que sou contra os food trucks, coisas gourmets e harmonizações.

Já fui feliz em food trucks, confesso. Já experimentei – e gostei! – de quitutes gourmets, e, acredite, em uma harmonização de queijos& vinhos, eu realmente consegui perceber a magia que acontece quando harmonizamos vinhos com a incontrolável vontade de beber.

Só acho que, em todos os itens que acabei de citar, estão exagerando na dose.

Em alguns casos para justificar preços abusivos e fazer com que nos sintamos menos trouxas por pagar mais de cinco reais em algo que, há três anos, no máximo custava dois.

Noutros para fazer o consumidor acreditar na existência de diferenciais que, na verdade, não passam de disfarces. Ou qualquer gota de algo trufado. Saca?

Agora peço licença, pois preciso harmonizar uma Coca-Coca com um misto feito naquela chapa que, no final do dia, contém notáveis resquícios do tempero de todos os lanches que passaram por lá desde que a padoca abriu, em 1984.

Banksy exibe nova pintura na Inglaterra



Em seu site oficial, Bansky mostra o mais novo trabalho

Uma nova obra misteriosa do artista britânico Banksy, chamada “Art Buff”, apareceu no muro de um edifício da cidade de Folkestone, no condado de Kent, região sudeste da Inglaterra) informaram nesta terça-feira, 30, os meios de comunicação locais.

A primeira imagem do site oficial bansky.com.uk mostra exatamente o muro em Folkestone, ainda sem a pintura.

Depois que o visitante clica na página, aparece então o desenho.

A obra mostra uma mulher idosa, usando fones de ouvido e que contempla fixamente um pedestal vazio com as mãos nas costas.

Esse novo trabalho de Bansky foi coberto pelas autoridades locais com plástico.

Elas agora trabalham com o proprietário do edifício cuja parede foi contemplada com a obra para buscar uma maneira de protegê-lo.

Trata-se de uma oportunidade tremenda para as pessoas de Folkestone ver um Banksy original”, assinalou hoje Jenney Hollingbee, uma vereadora.

Ela considerou que “se trata de outro motivo para sentir orgulho de Folkestone”.

O mistério que envolve a figura de Banksy, assim como a contundente mensagem de seus trabalhos, que se transformaram em ícones anticapitalistas, aumentaram o interesse e a cotação de suas obras, que nos últimos anos se transformaram em peças de colecionadores.

Colombianos batem recorde de maior degustação de rum do mundo



Um grupo de 313 pessoas participou nesta segunda-feira, 29, na cidade de Cartagena, na Colômbia, da maior degustação de rum do mundo, segundo o livro Guinness dos recordes.

A degustação de runs envelhecidos colombianos aconteceu no Hotel Caribe, um dos mais tradicionais da cidade, onde o público participante, entre eles vários turistas estrangeiros, degustaram um rum branco e três amarelos.

Entre uma e outra degustação da bebida, os participantes puderam provar frituras típicas da gastronomia local.

A atividade foi organizada pela Sociedade Colombiana de Ciências Químicas e contou com a participação de mestres de rum, sommeliers e um representante da organização Guinness World Records, que aprovou e certificou o resultado da prova.



Degustação de runs envelhecidos colombianos aconteceu no Hotel Caribe

Esta é a primeira vez que se realiza uma degustação em massa de rum no mundo, embora já existiam antecedentes com tequila (341 pessoas no México, em 2010), uísque (2.252 pessoas na Bélgica, em 2009), cerveja (322 pessoas no Reino Unido, em 2013) e vinho (5.095 pessoas na Espanha, em 2006), segundo os organizadores.

Durante o ato, foi realizada uma coleta de fundos para ajudar os moradores de São Basílio de Palanque, cidade fundada por escravos no século XVI a cerca de 50 km de Cartagena.

quarta-feira, setembro 24, 2014

Salve seu jantar com ela



Chamou a gata para jantar em casa e não tem ideia do que fazer? Não passe vergonha.

Talvez seja a hora de subir de nível nas habilidades dentro da cozinha e aprender a preparar um risoto de camarão esperto.

O prato é “tiro certo”: é fácil de fazer e você garante o sucesso da noite com a gata.

Presta atenção, gafanhoto, que só vou ensinar uma vez.

# O QUE VOCÊ PRECISA


400 g de camarões frescos e limpos
400 ml de vinho branco seco
3 xícaras (chá) de arroz italiano cru (arbóreo, carnaroli ou vialone nano)
Caldo de camarão (1 cubo)
1/2 xícara (chá) de pimentão verde picado em cubos (pequenos)
1 tomate cortado em cubos pequenos (sem sementes)
120 g de cebola picada
50 g de salsinha picada
120 g de manteiga (gelada)
50 g de queijo parmesão ralado
1/2 limão em caldo/suco
1 dente de alho (picado)
Azeite de oliva
Sal
Folhas de manjericão.

# MODO DE PREPARO


Camarão:

Tempere o camarão em uma tigela adicionando o caldo/suco de limão e sal a gosto. Após misturar, reserve por 10 minutos.

Enquanto o camarão estiver no tempero, coloque duas colheres (sopa) de azeite de oliva em uma frigideira e aqueça.

Em seguida, adicione o camarão temperado e mexa até grelhar.

Arroz:

Coloque duas colheres (sopa) de azeite de oliva em uma panela.

Aqueça, e em seguida, coloque o alho e a cebola picada na panela e frite.

Após fritar, quando o alho estiver dourado e a cebola atingir o ponto de transparência, adicione o arroz italiano e mexa.

Quando os grãos começarem a grudar no fundo da panela, adicione o vinho branco e continue mexendo.

Coloque o caldo de camarão pronto (fervendo) aos poucos na panela.

Quando o arroz começar a grudar novamente, adicione mais caldo de camarão e repita o procedimento durante 30 minutos.

Quando os grãos de arroz estiverem quase no ponto ideal de cozimento, adicione o tomate e os camarões grelhados na panela e misture bem.

Em seguida, acrescente a manteiga, a salsinha, o manjericão e o queijo parmesão.

# OS SEGREDOS DE UM RISOTO BEM FEITO


Utilize arroz italiano cru (arbóreo, carnaroli ou vialone nano) sem lavar.

Mexa o arroz durante todo o processo para que ele não grude e não queime.

Adicione os líquidos (vinho branco e caldo de camarão) até o final do processo de cozimento do arroz, pois parte é absorvida e outra é evaporada.

Para dar brilho ao prato, coloque a manteiga ainda gelada e mexa rapidamente.

Puro ou misturado?



Danilo Barba

Você já provou gim? Pois vale a pena pensar duas vezes antes de negar o convite.

Uma bebida que serve de base para uma infinidade de drinques, o destilado tem um teor alcoólico bem alto — acima até de bebidas que já são consideradas fortes, como o uísque.

Perfeito para misturar com cítricos, ele consagrou diversos títulos famosos no universo dos coquetéis, como o dry martini, Tom Collins e, obviamente, o saudoso gim-tônica.

Conheça a seguir os segredos por trás da bebida feita com zimbro e outras especiarias inusitadas, como amêndoas, flores e até caramelo.

1) Em essência, ele tem sabor de vodka

O gim é uma bebida destilada e naturalmente aromatizada com zimbro e outras plantas, seja durante ou após o processo de destilação — de certa forma, o gim tem sabor original bem próximo ao da vodka.

2) Sua origem é holandesa

Apesar de geralmente ser associado à Inglaterrra (onde é a bebida nacional), o gim veio originalmente da Holanda, trazido para Londres pelo rei Guilherme III.

3) Gim foi feito para ser misturado

Ao contrário da tequila ou do uísque, o gim é usado quase que exclusivamente em drinques misturados.

4) Bartenders adoram a bebida

E há um motivo para que ele seja feito para ser misturado no fim das contas.

Por causa de seus delicados sabores botânicos, o gim se mistura bem e seus sabores são ampliados quando combinados com outros ingredientes.

Na verdade, drinques mais clássicos contém mais gim do que qualquer outra bebida de base. Mas não agite: mexa.

5) Gim com tônica começou na medicina

A lenda conta que nos anos 1850, soldados navais ingleses bebiam água tônica, que naquela época continha quinina, para prevenir o escorbuto.

Eles costumavam acrescentar gim para tornar o sabor amargo mais palatável, dando origem ao drinque que viria a se tornar um clássico.

6) A qualidade do gim também varia com a localidade

O gim Plymouth, por exemplo, só pode ser produzido em Plymouth, Inglaterra. Mesmo que o estilo seja imitado em outros lugares, pela lei ele não pode sustentar o título.

8) Na Amérrica, o gin decolou nos anos 1920s

Por causa desse tipo de proibição, o gim se tornou uma bebida vendida em bares clandestinos, conhecidos como “speakeasy”.

Dizem as más línguas que muitos faziam o gin na banheira da própria casa, mas que o sabor não era lá essas coisas.

9) James Bond matou o clássico martini

O martini original era feito exclusivamente com gim e vermute, não vodka.

No entanto, com o declínio da popularidade do gim nos anos 1950, combinado a uma espécie de mantra “batido, não mexido”, a vodka se tornou uma opção viável.

10) Mas o gim ainda tem seus momentos na cultura pop

Esta frase, por exemplo, foi eleita pelo Instituto Americano de Cinema como 67ª melhor já pronunciada na telona.

11) Alguns curtem misturá-lo com suco

As cítricas sãos as mais recomendadas para valorizar o sabor da bebida.

12) Se você estiver no clima, tente um Churchill Martini

O primeiro ministro Winston Churchill desdenhava abertamente o vermute, ou simplesmente amava gim, ao ponto de seus martinis serem apenas um copo de martini com gim até as bordas.

13) Sucesso nas Filipinas

Apesar dos norte-americanos serem reconhecidamente grandes apreciadores do gim, mais de 24 milhões de filipinos consomem a bebida.

Neste quesito, os Estados Unidos estão em segundo lugar.

14) Também é conhecido como a “Ruína da Mãe”

No ápice de sua popularidade inglesa, o gim era considerado bebida de pobre e consumido em taxas alarmantes, o que promoveu a criação de leis para controlar a bebedeira geral.

Foi aí que começaram a circular boatos de que beber gim causaria infertilidade e esterilidade.

15) Existe o Dia Mundial do Gim

O primeiro foi em 2008. O mais recente aconteceu no dia 14 de junho. 

Amor mais que perfeito


Fecho os olhos pra não ver passar o tempo
Sinto falta de você...
Anjo bom, amor perfeito no meu peito
Sem você não sei viver


Então vem
Que eu conto os dias, conto as horas pra te ver
Eu não consigo te esquecer
Cada minuto é muito tempo sem você, sem você...


Os segundos vão passando lentamente
Não tem hora pra chegar
Até quando te amando,te querendo
Coração quer te encontrar


Então vem...
Que nos teus braços esse amor é uma canção
Eu não consigo te esquecer
Cada minuto é muito tempo sem você, sem você...


Eu não vou saber me acostumar
Sem suas mãos pra me acalmar
Sem seu olhar pra me entender
Sem seu carinho, amor, sem você


Vem me tirar da solidão,
Fazer feliz meu coração
Já não importa quem errou
O que passou, passou


terça-feira, setembro 23, 2014

A namorada e o monstro


Ricardo Coiro

Caro leitor, eu gostaria muito de usar o espaço da coluna de hoje para desabafar com você. Posso?

É que a minha mulher é a bipolaridade em pessoa. A sua também é assim? Estou ficando cada dia mais preocupado. E careca.

Na semana passada, do nada, ela se desfez da costumeira meiguice e começou a agir como se estivesse possuída pelo Capiroto. Você precisava ver! Ou melhor, tem sorte por não ter visto.

O que desencadeou a mutação dos infernos? Uma pergunta que ela me fez:

Amorzinho, me conta alguma fantasia que você tem e que ainda não realizou?
Até aí, tudo normal. Certo? Então, para não chocá-la, eu confessei a minha fantasia mais leve:

Eu gostaria de transar com você em uma praia deserta.

Amor, pode se abrir comigo. Eu sou a sua namorada e quero conhecer você de verdade, inteiro! – ela me encorajou, ainda com olhar afetuoso e sorriso terno.

Um ménage à trois! – falei com dificuldade na pronúncia e levemente eufórico.

Ah é? Que legal, querido! – ela me disse, com entonação de quem havia, de fato, curtido a ideia.

E com quem?
Com alguma mulher bem gostosa.

Sim, isso eu sei. Mas qual?

Ah, amor, com várias.

Com alguma amiga minha?

Amiga? Não, não! – menti. E tentei, em vão, mudar de assunto.

Não vou ficar brava. Pode me contar sem medo – ela me incentivou.

Só com a Renatinha.

Foi aí que o surto psicótico começou e que a voz dela, em um milésimo, foi de Sandy para Ivete.

Renatinha? Então você quer comer a Renata? Quer o telefone dela? Eu passo! Quer que eu anote na sua pele com a nossa faca nova? É só me dizer, seu cachorro.

Daí para frente as coisas só foram piorando e a minha gagueira, obviamente, aumentando. Depois de muitos gritos e portas batidas, terminei no sofá. E ela, aos prantos, em nossa cama.

No dia seguinte, contrariando todas as minhas expectativas, ela me acordou com o beijo na testa e me pediu desculpas. Disse-me que perdeu o controle e coisa e tal. Aquele papinho besta. Eu a perdoei, como sempre. Então ela sugeriu que fôssemos almoçar fora e foi para o quarto se arrumar.

Três horas depois...

Amor, este vestido está bom?

Está lindo! – afirmei como se estivesse admirando um carro recém-polido.

Eu sei quando você está mentindo, Pedro Henrique.

Mentindo? Não estou, amor. Eu realmente gostei do vestido. Odeio quando você diz que a minha roupa está boa só para sairmos logo de casa – ela me disse, e, novamente, trancou-se no quarto.

Duas horas depois ela voltou, trajando peças totalmente diferentes. O vestido e a rasteirinha haviam cedido o lugar a uma calça jeans mais larga do que as minhas e a um tênis com salto interno que deixa a mulher com pé de dinossauro.

Seja sincero, agora eu estou bem?

Se ela deseja sinceridade, sinceridade ela terá, pensei. E respondi:

Prefiro o vestido.

Você é foda, Pedro Henrique. Não me ajuda. Já são quase seis da tarde e ainda nem almoçamos. Custa facilitar um pouco as coisas?

Fiquei perplexo. Nem gaguejar eu consegui. Senti-me mais injustiçado do que inocente condenado à pena de morte. E sabe o mais assustador, irmão? Não era TPM. Como eu sei? Eu anoto os dias de TPM em minha agenda.

Minha mulher é realmente muito estranha. A sua é assim também? Se for, irmão, azar o nosso. Ah, então você é gay? Bom, tirando o pinto que você encara e o fato de você beijar seres com barba, parece bem mais seguro e com menor chance de surpresas.

O que mais a minha mulher faz?

Vive a dizer que não se veste para os outros, mas, quando eu digo – por livre e espontânea pressão – que a roupa dela não está boa, ela tem chiliques homéricos e ameaça cortar os pulsos com uma faca descartável.

Ela pede sinceridade, mas, em quase todas as vezes em que sou completamente sincero, ela me xinga até me fazer optar pela mentira. E quando descobre que eu menti, ela chora, indignada, pedindo sinceridade e dizendo que assim não dá.

Quer mais um sintoma claro de multipersonalidade dela?

Minha mulher, todos os dias, incentiva-me a sair com os meus amigos. Ela diz que é importante para mim e blábláblá. Entretanto, quando eu finalmente saio com eles, ela age como se eu estivesse cometendo um crime hediondo, e, o que é pior, promete vinganças:

Você vai ver, Pedro Henrique! Semana que vem, sem falta, eu irei ao clube das mulheres com as minhas amigas!

Pode ir.

Ah é? Você não liga? E se eu disser que eu vou deixar um negão esfregar a jeba na minha lomba?

Aí já é demais, né?

Viu só como eu me sinto?

O que uma coisa tem a ver com a outra, Carol? Eu estou apenas tomando uma cerveja com os meus amigos! Não tem nenhuma mulher esfregando a pepeca na minha cara.

Eu já disse que odeio você com todas as minhas forças? – ela me diz, antes de desligar o telefone na minha cara. E de me motivar a trocar a cerveja pela pinga.

Aí, como sempre, eu volto bêbado, tomo um puta esculacho e vou direto ao sofá. E, no dia seguinte, acordo morrendo de medo de descobrir que o meu pau foi colado no umbigo com SuperBonder, mas, milagrosamente, geralmente ouço algo como:

Bom dia, amor, dormiu bem? Eu fiz ovos mexidos para você. E suco de laranja.

Ela só pode ter uma irmã gêmea. Ou o miolo mole. 

Acho que vou fugir para as montanhas.